GILBERTO GIL GENERALIZA SEXUALIDADE E DESMONTA DIVERSIDADE

A esquerda costuma exaltar, com traços de esquizofrenia até, aquilo que se convencionou a chamar de diversidade sexual, a ideia de que toda forma de amor é justa, como diria Lulu Santos – e a princípio não deixa de ser, a aceitação do diferente é realmente uma questão de justiça, de humanidade, certo? Bom, depende.

Até que ponto você está disposto a usar dialética para atravessar o paredão intransponível da lógica? Se a resposta for um teimoso ‘até conseguir’, tenho uma péssima notícia: anseio de aceitação que vira imposição não para em pé.

NÃO FUNCIONA NO MUNDO REAL

Como toda pauta pró-minorias, a glorificação do não-convencional em detrimento do ortodoxo vem sempre carregada de contradições e carente de flexibilidade. Qualquer passo em falso e toda premissa se desmonta, como um castelo de cartas que se desmancha com o peso de um ácaro.

Em contexto, veja a declaração que Gilberto Gil deu esta semana durante uma entrevista:

“Somos todos filhos de um pai e de uma mãe, resultado da combinação dos genes de ambos. Portanto, somos todos bissexuais.”

Prestem atenção, senhoras e senhores. Se somos todos bissexuais não existe diversidade. Ou uma coisa, ou outra. O raciocínio vale também, por exemplo, para quem defende o não-binarismo, a existência de gêneros além dos biologicamente possíveis masculino e feminino: se existissem binários e não-binários continuaríamos divididos entre dois fatores. Em outras palavras, tudo continuaria sendo… binário.

CONCLUSÃO

Percebam que toda deturpação da natureza proposta por um progressista tem como resposta a própria ciência que ele tenta deturpar. É infalível.

CARTA PARA GIL

Prezado Gilberto Gil, sua sexualidade, seja ela pretérita, presente ou futura, não diz respeito a ninguém além do senhor e de seus eventuais parceiros. Não a trate como questão de ordem pública, muito menos exemplo a ser seguido. Diversidade não é imposição, é aceitação. A matemática não perdoa, se fosse totalidade não seria minoria; e se fosse maioria veríamos isso no dia a dia.

Por fim, se pretende lançar mão do vitimismo, não complique muito. O progressismo é um eterno refém do simplismo. Se sair do feijão com arroz é indigestão na certa.

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